Textos, textos, textos, textos, palavras, palavras, palavras,
sentimentos, sentimentos, emoções, tanta merda de letra e nenhum te fez
aperceber que leste algo que te fez buscar um momento a cada “textos”, um acto
a cada “palavras”, um amigo a cada “sentimentos” e um amor a “emoções”. Digo
isto porque assim foi no meu pensamento, mas inconscientemente cada um
assemelha algo a outra coisa parecida ou completamente diferente, faz parte lá
da nossa natureza.
O objectivo de uma criança é explorar o mundo enorme e com
todos os seus elementos e participantes, um adolescente explora o coração com
todos os sentimentos e emoções ao rubro, o adulto explora a mente o intelecto humano com intenção de adivinhar
o pensamento do próxima ou de maximizar o potencial inicial para um limite
alcançavél, e o idoso alimenta e responde ás respostas disso tudo, respostas de
vida.
Todas estas fases tem seus picos e baixos, cada uma com sua
certeza e incerteza, e cada uma com seu jeito de ter ou de se aventurar levando
a um entender diferente, mas geral pois a “matéria” é sempre a mesma. Deveras
saltear uma das fases é um risco considerado extremo pois eva a uma quebra de “pensamentos”
o que ostina num motivo obvio para uma locura não momentânea mas sim relativa.
Existem mais de 7 mil milhões de pessoas e apenas meia centena tem maneira
diferente de pensar, questionam-se vocês que todos teem uma forma de pensar
diferente de todos os outros, mas isso é um conceito geral e implementado na
mente pela sociedade, mas todos pensam da mesma “matéria” mas salvos seres que
suplantam o pensamento, por diversos motivos e ocasionam-se de ideias nunca
simples mas directas de formas variadas e de componentes segmentadas.
Ocasiona-se um vortex de ideias relativas a um tudo apartir do nada.
Uma ideia é um segmento de vida, não pelo seu valor, mas
pelo inicio que nela ostenta.