01/09/2011

Textos, textos, textos, textos, palavras, palavras, palavras, sentimentos, sentimentos, emoções, tanta merda de letra e nenhum te fez aperceber que leste algo que te fez buscar um momento a cada “textos”, um acto a cada “palavras”, um amigo a cada “sentimentos” e um amor a “emoções”. Digo isto porque assim foi no meu pensamento, mas inconscientemente cada um assemelha algo a outra coisa parecida ou completamente diferente, faz parte lá da nossa natureza.
O objectivo de uma criança é explorar o mundo enorme e com todos os seus elementos e participantes, um adolescente explora o coração com todos os sentimentos e emoções ao rubro, o adulto explora a mente  o intelecto humano com intenção de adivinhar o pensamento do próxima ou de maximizar o potencial inicial para um limite alcançavél, e o idoso alimenta e responde ás respostas disso tudo, respostas de vida.
Todas estas fases tem seus picos e baixos, cada uma com sua certeza e incerteza, e cada uma com seu jeito de ter ou de se aventurar levando a um entender diferente, mas geral pois a “matéria” é sempre a mesma. Deveras saltear uma das fases é um risco considerado extremo pois eva a uma quebra de “pensamentos” o que ostina num motivo obvio para uma locura não momentânea mas sim relativa. Existem mais de 7 mil milhões de pessoas e apenas meia centena tem maneira diferente de pensar, questionam-se vocês que todos teem uma forma de pensar diferente de todos os outros, mas isso é um conceito geral e implementado na mente pela sociedade, mas todos pensam da mesma “matéria” mas salvos seres que suplantam o pensamento, por diversos motivos e ocasionam-se de ideias nunca simples mas directas de formas variadas e de componentes segmentadas. Ocasiona-se um vortex de ideias relativas a um tudo apartir do nada.
Uma ideia é um segmento de vida, não pelo seu valor, mas pelo inicio que nela ostenta.